Revista Ciência Hoje – artigo: “Tradição e persistência nas mulheres ceramistas”

A revista Ciência Hoje publicou, em sua edição de julho de 2026, o artigo “Tradição e persistência nas mulheres ceramistas”, de autoria de Thiago Altafini, Marianne Sallum e Francisco Silva Noelli. O texto e as imagens apresentam resultados de uma pesquisa iniciada em 2018 e destaca alguns dos desdobramentos mais recentes, desenvolvidos em parceria com […]
Joaquina Maria dos Santos

Décadas de 1960–70. Mestra ceramista registrada por Scheuer em 1962 já com mais de 70 anos. É uma das referências mais antigas documentadas para a região.
Laura Garcez de Oliveira

Década de 1970. Uma das principais ceramistas documentadas por Herta Scheuer e Antonio Nascimento. Representa uma linhagem tradicional de Cambutas.
Honorata de Oliveira Rosa (Nhá Norata)

Década de 1970. Irmã de Laura Garcez. Reconhecida como importante guardiã da tradição cerâmica de Cambutas.
Ana de Andrade Rosa Gonçalves

Ceramista já falecida, reconhecida como uma das mais influentes de Apiaí. É apresentada no artigo como descendente das antigas linhagens afroindígenas do Vale do Ribeira. Sua trajetória integra o conjunto de mulheres responsáveis pela transmissão intergeracional dos conhecimentos cerâmicos no bairro Encapoeirado.
Lúcia Aparecida da Rosa

Ceramista nascida no bairro Encapoeirado, em Apiaí. É integrante da Associação dos Artesãos de Apiaí. A pesquisa demonstra que sua genealogia remonta ao século XVI, reunindo ancestralidades indígenas Tupiniquim, africanas e europeias. Vive nas mesmas terras ocupadas por pelo menos sete gerações de sua família, preservando conhecimentos tradicionais da cerâmica e da agricultura familiar.
Custódia de Jesus da Cruz (1942–2002)

Considerada uma das principais referências da cerâmica tradicional de Apiaí. Também conhecida como Custódia de Pontes, dá nome à atual Associação dos Artesãos de Apiaí – Custódia Jesus da Cruz. Sua genealogia revela pelo menos quatro gerações de mulheres ceramistas e fortes vínculos com antigas famílias do Encapoeirado, indicando a transmissão contínua dos saberes cerâmicos […]
Sempre-Vivas no Boletim UNIARQ (Julho 2026), Universidade de Lisboa

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Sempre-Vivas no Jornal da USP

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