grupo de pesquisa de arqueologia do gênero, da persistência e da libertação
Você está na plataforma virtual do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Arqueologia do Gênero, da Persistência e da Libertação” (ARGPEL/LEA), do Projeto Jovem Pesquisador FAPESP (2024/04746-1) “Gênero, Memórias e Materialidades da Interação/Confluência: Mulheres Indígenas e Afrodescendentes na Arqueologia Histórica de São Paulo”.
A equipe reúne pesquisadoras e pesquisadores de universidades do Brasil e exterior (Equador, Estados Unidos, Portugal, Reino Unido e Espanha) e representantes de comunidades do litoral sul de São Paulo e do Alto Vale do Ribeira.
A proposta é desenvolver novas interpretações sobre estratégias de persistência, arqueologia feminista e atividades de manutenção em São Paulo, comparadas com práticas similares no Equador, Estados Unidos e Guam, em projetos coordenados pela Dra. Daniela Balanzátegui (UMass-Boston), Dra. Sandra Montón-Subías (UPF) e Dr. Stephen W. Silliman (UMass-Boston).
FAPESP – Acordo de Cooperação Internacional SPRINT (2025/02833-7)
“Conexões Atlânticas e Pacíficas:
Comunidades de Prática, Gênero e Colonialismo”
Responsáveis:
Dra. Marianne Sallum
LEA/UNIFESP, Brasil
“Apresentar na 34ª Bienal alguns exemplares da Cerâmica Paulista é uma forma de materializar o reconhecimento da ancestralidade dessa terra que nunca foi cedida. É também uma maneira de sublinhar a importância do trabalho sobre a memória como um modo de confrontar as narrativas usadas como justificativa de processos de espoliação, destruição e exploração que permanecem em curso. É, ainda, uma lembrança de que as coisas são mais complexas do que parecem, e que muitas vezes elas contêm em si mesmas as pistas para a inversão de seu sentido.”
Jacopo Crivelli Visconti (curador geral),
Paulo Miyada (curador-adjunto),
Marianne Sallum e Francisco S. Noelli (pesquisadores)
Financiamento
Instituição Sede
Financiamento
Instituição Sede
Apoio
É um projeto de Arqueologia do Gênero que investiga interações e redes solidárias entre mulheres Indígenas, Afrodescendentes e Tradicionais na Mata Atlântica de São Paulo (século 16 – presente). Com abordagem interdisciplinar, levanta aspectos da soberania alimentar, materialidades e linguagens em parceria com comunidades do Vale do Ribeira e Peruíbe-Itanhaém. A pesquisa pretende gerar conhecimento que fortaleça saberes ancestrais e histórias de persistências, abrindo espaço para novas interpretações da história de São Paulo em comparação com o Equador e os Estados Unidos.
Está dividido em 5 eixos temáticos: