Resumo:
Publicação lançada em 2023 pela Sociedade Mexicana de Fitopatologia, com financiamento do CONAHCYT.
Destaca a importância do milho (Zea mays) e do feijão (Phaseolus vulgaris), dois cultivos fundamentais da agricultura mesoamericana, representados em sua fase inicial de desenvolvimento e associados à diversidade microbiológica do solo.
Incorpora elementos da cosmologia indígena mesoamericana, com representações de Xilonen, divindade do milho jovem, e Cinceotl, divindade do milho, oferecendo tributos ao teosinto (Zea mays subsp. mexicana), reconhecido como ancestral do milho cultivado.
Estabelece, assim, uma relação entre ancestralidade, biodiversidade, conhecimentos agrícolas tradicionais e agricultura contemporânea, evidenciando as dimensões culturais, históricas e científicas do cultivo do milho.
Ideia central: articula a origem ancestral do milho, sua importância simbólica para os povos mesoamericanos e sua transformação ao longo do desenvolvimento da agricultura moderna.